As pequenas empresas precisam mesmo de um business plan?

Haverá empresas sem nenhum plano com um tremendo sucesso, da mesma forma que haverá as que falharam com uma planificação detalhada do seu futuro.

O processo de planeamento é sempre preditivo e sujeito à falha: um homem a procurar dominar o futuro. Mas ainda que o fantasma do erro esteja presente, será mais certo estimular o processo de planeamento e análise, do tolerar a sua ausência pela impossibilidade do total rigor que gostaríamos.

Quando cria ou pretende expandir a sua micro, pequena ou média empresa, deverá estar apto a responder a questões base da sua ação: o quê, quando, como. Porquê? Porque serão essas que estarão também nas cabeças dos seus clientes, e serão boas respostas que o convencerão a estabelecer uma transação com o seu negócio.

Tal como provavelmente gosta de ver um plano de uma casa ou de um carro no momento em que os encomenda, o desenvolvimento de um plano será alegadamente a melhor forma de estruturar essas informações. Mais do que isso, permitirá compreendê-las na sua essência, sabendo como responder aos desafios do futuro quando se tornarem presente.

Isto não quer dizer que um documento de Business Plan não possa ser exagerado e até demasiado aprofundado, tornando-se inútil. Idealmente, este processo é contínuo num confronto permanente entre realidade e planeamento no sentido de adaptar as soluções em conformidade com os resultados.

Um plano de negócios não é uma garantia do sucesso da sua empresa, mas a sua falta irá de certeza comprometer a velocidade e eficiência com que atinge os objetivos.

Como Eisenhower disse em 1957, os planos são inúteis mas o processo de planeamento é precioso. Ao traduzir ideias em texto, o seu negócio poderá ser dissecado de acordo com os tipos de ação que precisará de levar a cabo. Será forçado a considerar a proposta de valor do seu produto, as ações de marketing, segmentação, operações, financiamento e gestão. Pode até estabelecer diferentes tipos de cenários futuros, e os objetivos e recursos que cada um deles representará, de forma mensurável e específica.

O processo de planeamento é sempre preditivo e sujeito à falha: um homem a procurar dominar o futuro. Mas ainda que o fantasma do erro esteja presente, será mais certo estimular o processo de planeamento e análise, do tolerar a sua ausência pela impossibilidade do total rigor que gostaríamos.

Para alcançar o seu potencial de utilidade, um plano deve ser concretizado num plano temporal — deadlines, datas, períodos, responsabilidades.  Uma boa gestão implica objetivos específicos e follow-up, de forma contínua. Caso contrário, como saberia para onde vai?

A própria investigação concluiu que uma empresa com um Business Plan duplica as suas hipóteses de ter sucesso. Assim, se não tem tempo, tendência para a análise escrita, ou não sabe por onde começar, e precisa de um Plano de Negócio para a sua PME, entre em contacto com um consultor Start.

2018-04-16T17:04:56+00:00 Abril 13, 2018|Gestão Empresarial, Marketing, Start-ups|0 comentários

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