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5 situações que indicam que sua empresa precisa de um rebranding

A sua empresa está a ficar para trás perante a concorrência?

Descubra as 5 situações que indicam que sua empresa precisa de um rebranding.

Num mundo globalizado com ligações e associações muito rápidas, a imagem é um ponto forte do seu negócio. A cara da sua marca, a logomarca, representa como a sua empresa está colocada no mercado e na vista dos consumidores. Um bom logótipo pode tornar-se tão forte que gera associações e impulsos de compra naturalmente.

Sabemos que o conceito de rebranding pode causar um certo desconforto. Por mais que a palavra seja inglesa, o conceito é algo simples e familiar aos que lidam no universo dos negócios: re + branding = busca por uma nova visão do branding, ou seja, novos caminhos para a gestão de uma marca. Devemos pensar nele não como a última alternativa ou o fim, mas como uma nova forma de encarar e surpreender o mercado, renascer ou posicionar-se.

Qual a força do branding?

Para as empresas, branding diferencia-as da concorrência, podendo ser usado para criar uma identidade e uma personalidade que incentive os consumidores a envolver-se e conectar-se. Como os clientes vêm a sua marca, em última instância, traduz-se em fidelização de clientes e vendas.

Branding é basicamente uma tentativa de influenciar e controlar as nossas associações e perceções de um negócio. No entanto, ninguém pode ter total controlo sobre a sua marca e sempre haverá associações de marca negativas. Mas, se for cuidadosamente pensado o logótipo, design, estratégia de publicidade e marketing, as empresas podem sugerir as associações que querem que os consumidores tenham.

Os pontos aqui tratados e analisados servirão de base para entender o momento certo para essa mudança — auxiliado por profissionais capacitados e experientes.

Qual é o momento certo para mudar?

Pode ser muito complexo determinar o momento exato para se transformar uma empresa, mas, existem alguns sinais que vão indicar que é hora de pensar em mudança e vale salientar que depende muito do ramo e tipo de negócio. A maioria das empresas acaba por fazê-lo quando já está bem estabelecida no mercado e descobre o seu verdadeiro foco. Outras optam por fazer várias atualizações durante o tempo de vida do negócio e procuram manter-se atualizadas para acompanhar o fluxo do mercado. No entanto, sendo esse processo delicado, o insucesso é frequente e gera inúmeros prejuízos para a marca.

Neste ponto, existem inúmeros casos que mostram como é complexo e importante essa análise para um rebranding. Em 2010, por exemplo, a GAP, ao atualizar a sua logomarca, acabou por gerar uma recusa altíssima dos consumidores e, em poucos dias, a empresa decidiu à identidade gráfica anterior.

  1. Público alvo mudou

Segundo Philip Kotler, considerado o papa do marketing, definir o público alvo é investir e analisar um segmento particular ou segmentos da população que desejamos atingir. O mercado compreende diversos tipos de clientes, produtos e necessidades e, assim, é preciso determinar que segmentos oferecem as melhores oportunidades para o negócio.

Se a sua empresa sofreu alterações nesse aspeto, é provável que o próprio branding o deva espelhar, apelando ao consumo do novo público.      

 

  1. Impacto da concorrência

O seu principal concorrente evoluiu, é maior, melhor e destaca-se mais do que a sua marca? Então, este é um momento para se preocupar e pensar em mudar.

Se uma empresa concorrente está a aumentar a sua notoriedade no mercado e está a deixar a sua empresa para trás, um rebranding pode ajudar a recuperar a sua empresa e a proporcionar o impulso que precisa para superar as empresas concorrentes. A pior coisa que você pode fazer é ficar parado, é neste momento que pode valer a pena considerar fazer um rebranding da sua marca para se destacar-se da concorrência.

 

  1.   A sua marca já não é relevante

A última coisa que qualquer empresa quer é ser deixada para trás, mas isto é o que vai acontecer se a marca estiver desatualizada ou associada a algo que já não tem tanto interesse: o consumidor pode começar a esquecer a marca e perder o interesse no produto.

Dentro desse contexto, vale a pena pensar e estudar o que de facto está a acontecer com a marca. Nem sempre é indicado realizar o rebranding e remodelar tudo, muitas vezes acontece o efeito inverso quando o trabalho não é realizado por profissionais.

Para se manter atual, poderá ter de passar por fazer um rebranding ou vários ao longo dos anos, o que se pode tornar dispendioso, por isso deve procurar ser intemporal e tentar antecipar o que vai funcionar no futuro é primordial.O mais indicado é procurar uma empresa responsável que possa auxiliar nesta análise. A START-PME conta com profissionais experientes que podem auxiliá-lo em todo o processo de rebranding.

 

  1. Expandir-se além fronteiras

Talvez esteja a pensar expandir-se para mercados estrangeiros, mas construir uma presença internacional não é tarefa fácil. É necessário familiarizar-se com os outros mercados, o que inclui a importância de potenciais obstáculos como linguagem e cultura.

É aconselhável levar a cabo pesquisa e descobrir qual o significado do nome da sua marca ou empresa no país em que quer lançar o seu produto ou serviço. A sua marca tem de fazer  sentido no mercado em que está a ser vendida.

 

  1. A sua marca evoluiu

Uma marca evolui ao longo dos anos. De facto, pode expandir-se em diferentes mercados ou vender produtos diferentes. A marca tem personalidade e, com o passar do tempo, é fundamental que se adapte ao cenário socio-económico em que opera. Da mesma forma, se percebe que não corresponde à intenção inicial em termos de reconhecimento ou perceção pública, poderá ser a hora de repensar o seu branding.

A título de exemplo, em 2016, a Uber começou a reestruturar os seus serviços e a ampliar a sua forma de atuação. Quando percebeu que o seu mercado estava a crescer globalmente e tinha expandido além do propósito original começaram a repensar no seu foco e em possibilidades adjuntas. O que antes era um simples serviço de táxi começa a tornou-se numa ferramenta para transportar mercadorias e alimentos, além de pessoas. Ou seja, após vários processos de rebranding a Uber passa a reestruturar o seu serviço e as formas de atuação do seu negócio mostrando a importância e o sucesso que esse processo traz para uma organização.

Observar todos os pontos aqui mencionados e adaptar-se a realidade do mercado é uma boa atitude para o seu negócio. A Uber conseguiu dentro de todos esses aspectos atualizar-se e expandir os seus produtos chegando a angariar mais lucro e representatividade no mercado.

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Por fim, se acha que fazer o redesign do seu branding é um passo importante  para a sua empresa, tenha em mente que poderá fazer uma atualização da sua marca em vez de mudar radicalmente. A sua marca pode ter conquistado a confiança e lealdade dos seus clientes, por isso seria negativo arriscar todo esse trabalho feito ao longo dos anos. Uma vez que é extremamente positiva a análise a fundo para definir todos esses pontos, faça acompanhar-se de equipas profissionais durante o processo.

Na START-PME temos uma equipa de especialistas prontos para o ajudar  a analisar a necessidade de rebranding e impulsionar o seu negócio. Entre em contacto connosco.

2018-10-08T12:41:07+00:00 Outubro 6, 2018|Gestão Empresarial, Marketing, Start-ups|0 comentários

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